O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF) gastaram cerca de 105 mil reais para lançar uma campanha de inserção de ex-presidiários no mercado de trabalho.
O programa 'Começar de Novo' busca sensibilizar através de mensagens com 30 segundos de duração, mostrado nas redes de TV, com apelos para que se acabe com o preconceito. A idéia é conseguir que os empresários empreguem condenados que já cumpriram suas penas e têm dificuldade de retorno ao mercado de trabalho.
Acho a medida interessante mas aqui no Brasil iniciativas assim ficam só na vontade, o brasileiro de modo geral não faz muita questão de ser politicamente correto, salvo raras e honrosas excessões. A medida só funcionaria (ou funcionaria melhor) se houvesse uma lei que obrigasse o empregador a ter uma porcentagem de ex-detentos em seu quadro de funcionários, a exemplo do que já existe hoje em relação ao deficiente físico, ou então se houvesse alguma compensação como desconto na carga tributária da empresa, por exemplo.
O programa 'Começar de Novo' busca sensibilizar através de mensagens com 30 segundos de duração, mostrado nas redes de TV, com apelos para que se acabe com o preconceito. A idéia é conseguir que os empresários empreguem condenados que já cumpriram suas penas e têm dificuldade de retorno ao mercado de trabalho.
Acho a medida interessante mas aqui no Brasil iniciativas assim ficam só na vontade, o brasileiro de modo geral não faz muita questão de ser politicamente correto, salvo raras e honrosas excessões. A medida só funcionaria (ou funcionaria melhor) se houvesse uma lei que obrigasse o empregador a ter uma porcentagem de ex-detentos em seu quadro de funcionários, a exemplo do que já existe hoje em relação ao deficiente físico, ou então se houvesse alguma compensação como desconto na carga tributária da empresa, por exemplo.





